Maria participa de reunião para tratar sobre a criação da Casa da Mulher Brasileira

A deputada estadual Maria Mendonça (PSDB) participou hoje (16) de reunião para tratar sobre criação da Casa da Mulher Brasileira, em Sergipe. O evento, ocorrido no auditório do Tribunal de Justiça, foi comandado pelo presidente da Casa, desembargador Osário de Araújo Ramos Filho e contou com a juíza Rosa Geane Nascimento, da Coordenadoria da Mulher, representantes do Ministério Público do Estado e parlamentares das bancadas  federal e estadual.


Maria destacou a importância da reunião e o trabalho que vem sendo desenvolvido por todos os segmentos. "Vamos aplaudir a somação de esforços de todos aqueles que pensam em políticas públicas para mudar essa realidade", afirmou a deputada, ao citar Projetos de sua autoria, que tramitam na Assembleia Legislativa.


Dentre eles estão os PL's 29 e 30/2019. O primeiro trata da implementação de políticas públicas voltadas ao empreendorismo feminino, contemplado quatro eixos: educação, tecnologia, capacitação e linha de crédito. O segundo, batizado de a Lei Maria da Penha vai à escola,  sugere a inclusão de  noções da Lei Maria da Penha, na grade escolar, para estudantes das redes pública e privada do Estado de Sergipe. 


"Fico encantada com essa união de forças visando o empoderamento da mulher, libertando-a, dentre outras coisas, da dependência financeira e, consequentemente, tirando-a do cenário de violência", afirmou a deputada. 


"Estive em agosto passado na Assembleia Legislativa e tive conhecimetno dos seus projetos - aproximadamente uns dez. Todos com excelente teor e bem na linha do que o MP e Coordenadoria da Mulher vêm fazendo", falou a cordenadora Rosa Geane, ao destacar as iniciativas de Maria no que se refere à garantia do empoderamento da mulher. "Temos que modificar essa realidade", completou a magistrada. 




A Casa 


A Casa da Mulher Brasileira, que já funciona em em Brasília e Campo Grande, foi conecbida para ser uma espécie de centro agregador de ações, visando o acolhimento e o bem-estar das mulheres vítimas de violência doméstica. 


O modelo prevê, no mesmo espaço, diversos serviços especializados, como Delegacia e Juizado especializados; Ministério Público e Defensoria Pública, além de apoio psicossocial; promoção da autonomia econômica; alojamento para as que estão somente de passagem, central de transporte e brinquedoteca para os filhos das vítimas.



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