Maria Mendonça destaca grandiosidade da V Bienal do Livro de Itabaiana

Ao exibir um vídeo mostrando os melhores momentos da V Bienal do Livro de Itabaiana, a deputada estadual Maria Mendonça (PSDB) destacou a grandiosidade do evento que começou quinta-feira (11) e terminou domingo (15). Nos quatro dias, cerca de 100 mil pessoas passaram pelo local, onde escritores, intelectuais, estudantes e profissionais de diversos segmentos se juntaram para abrilhantar a iniciativa, lançada há dez anos.


“A Bienal do Livro de Itabaiana é fruto de uma ideia brilhante de três jovens sedentos por cultura  - Jamisson (Itnet), Honorino Júnior (Revista Perfil) e Carlos Eloy (FM Itabaiana e do Portal 93 Notícias). Foi um evento grandioso que, este ano alcançou o seu ápice, superando todas as expectativas”, disse Maria, entusiasmada com a proporção e com a qualidade. A deputada prestigiou todos os dias e bebeu na fonte doss que levaram cultura e protagonismo à Bienal.


Maria destacou o espírito inovador dos organizadores que, este ano, apresentaram a moeda social, batizada de Biens, como forma de estimular a leitura. Foram contemplados 1.000 estudantes da rede pública que puderam trocar um Bien, equivalente a R$ 20, por um livro, nas livrarias que expuseram no evento.


“Uma professora nos contou que a escola que ele leciona levou 50 estudantes e comprou 50 livros. A ideia é que os alunos leiam e depois troquem com os colegas, de modo que todos tenham a oportunidade de ler todos os títulos”, disse ao destacar que “a fantástica ideia foi patrocinada pelos empresários da nossa cidade”.


Em sua fala na tribuna da Assembleia Legislativa, Maria citou diversos momentos do evento, a exemplo da apresentação da cantora Amorosa, que é natural de Itabaiana, e do grupo de percussão Batalá. Falou, também, da entrega do Falcão de Ouro, honraria instituída pelos organizadores e entregue a diversas personalidades que contribuem para a disseminação da cultura, a exemplo da jornalista Ilma Fontes, que por longo período foi curadora do espaço cultural da Assembleia Legislativa.


Maria contou que foram vendidos 500 livros em apenas cinco dias. “Não precisamos de best-seller na bienal. Tivemos o lançamento de diversos livros com apresentações de corais, shows com artistas locais, ballet e hip hop. Muitas crônicas atividades de teatro, poemas e várias peças apresentadas com um trecho do Alto da Compadecida”, completou.


Ao citar o jornalista Ivan Valença, que emprestou o seu nome ao  setor Cinema, durante toda a Bienal, Maria destacou que entre os homenageados estava, também, o jornalista e escritor João Oliva (in memorian),  cujo nome abrilhantou a chamada Praças dos Escritores. “A nossa bienal foi maior que a do Rio de Janeiro”, afiançou, enfatizando que, apesar do grande público, não foi registrado sequer um incidente.


 



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