Câncer infanto-juvenil: Maria destaca importância do diagnóstico e tratamento precoce

A deputada estadual Maria Mendonça (PSDB) destacou hoje (19) a importância do diagnóstico precoce e do adequado tratamento nos casos de câncer infanto-juvenil, apontado como a primeira causa de mortes entre crianças e adolescentes de um a 19 anos, no Brasil. “De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, atualmente, em torno de 80% das crianças e adolescentes acometidos pela doença podem ser curados, se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados”, explicou Maria, que é autora do Projeto de Lei 160/2011, que Institui o Dia Estadual de Combate ao Câncer Infanto-Juvenil.

Segundo especialista do Inca, a maioria desses pacientes terá boa qualidade de vida após o tratamento adequado. “O nosso Estado, ainda, carece de uma política pública eficiente para garantir o acesso dos pacientes ao diagnóstico precoce e o tratamento em tempo hábil para que haja maior chance de cura”, disse Maria Mendonça, ao destacar a importância do Hospital do Câncer que há anos está desenhado, mas não avançou.

O câncer infanto-juvenil corresponde a um grupo de várias doenças que têm em comum a proliferação descontrolada de células anormais e que pode ocorrer em qualquer local do organismo. Geralmente afeta as células do sistema sanguíneo e os tecidos de sustentação. Por serem predominantemente de natureza embrionária, tumores na criança e no adolescente são constituídos de células indiferenciadas, o que, geralmente, proporciona melhor resposta aos tratamentos atuais.

Os tumores mais frequentes na infância e na adolescência são as leucemias (que afetam os glóbulos brancos), os que atingem o sistema nervoso central e os linfomas (sistema linfático). Também acometem crianças e adolescentes o neuroblastoma (tumor de células do sistema nervoso periférico, frequentemente de localização abdominal), tumor de Wilms (tipo de tumor renal), retinoblastoma (afeta a retina, fundo do olho), tumor germinativo (das células que originam os ovários e os testículos), osteossarcoma (tumor ósseo) e sarcomas (tumores de partes moles).

“Os pais precisam ficar atentos aos sinais que podem surgir, como febre intermitente ou contínua, tumor em qualquer parte do corpo, perda de peso, dentre outros sintomas”, ressaltou. Para ela, é de extrema relevância que o Estado adote medidas que possam gerar conscientização e alerta à sociedade sobre a gravidade da doença.

(Da assessoria de imprensa da deputada, com informações do Inca)


 



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