Deputados Visitam Aterros Sanitários e Lixeiras de Sergipe

A deputada Maria Mendonça juntamente com membros da Comissão do Meio Ambiente da Assembleia Legislativa visitaram nesta quarta-feira, 21, o povoado Tabocas, no município de Nossa Senhora do Socorro, onde a empresa Torre deseja construir um aterro sanitário. Em seguida, os parlamentares visitaram o Aterro Sanitário mantido pela Empresa Estre Ambiental, no município de Rosário do Catete, e a lixeira do Bairro Palestina.O objetivo da visita foi verificar in loco, a situação de desespero das famílias que residem na área e o que consideram "crime ambiental".

Taboca

A construção do aterro sanitário da Taboca vem deixando os mais de três mil moradores do povoado preocupados. A Associação de Moradores criou uma comissão com a finalidade de discutir todas as conseqüências do aterro, a exemplo do mau-cheiro, dos urubus, da destruição de aqüíferos, da poluição das águas, entre outros.

Ficou definido que os deputados vão procurar a Adema [Administração Estadual do Meio Ambiente] com a finalidade de mostrar tudo o que os parlamentares e os profissionais da imprensa observaram no Povoado Taboca.

Rosário

Do Povoado Taboca, a comissão seguiu até o município de Rosário do Catete para conhecer o aterro sanitário mantido pela Estre Ambiental, onde foi recebida pelo diretor de Tecnologia e Meio Ambiente, Pedro Steck, que fez um relato de como a empresa funciona.

Segundo ele, quando a empresa decidiu vir para Sergipe, a primeira coisa foi entender a questão ambiental. "Nós fomos à Adema, fizemos um levantamento para saber se o local era apropriado. Como vocês estão vendo, aqui não temos residências nas proximidades [mecanismo de proteção]. Estamos construindo o Centro de Educação Ambiental para receber visitantes, estudantes. Estamos tendo cuidado com a questão do reflorestamento", ressalta informando que o aterro possui capacidade para cuidar de todo o lixo produzido no estado, ou seja, 14 milhões de toneladas.

Pedro Steck enfatizou ainda que o custo para que os municípios levem o lixo até o aterro de Rosário do Catete fica em torno de R$ 40 reais a tonelada, o que para ele, não é inviável. "Aterro não custa em peso, mas em espaço", diz.

" É de fundamental importância realizar um debate amplo sobre o problema, ouvirmos opiniões e sugestões, para assim encontrarmos a melhor solução para a situação", enfatizou Maria Mendonça.

Participaram da visita além da deputada Maria Mendonça, os deputados Augusto Bezerra, Zezinho Guimarães, Gilson Andrade, Arnaldo Bispo e Pastor Antonio.

 

Com informações da Infonet

 


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